Onze municípios do Amapá tiveram a qualidade de sua educação avaliada pelo MEC e todos tiveram desempenho abaixo da média nacional. O resultado, medido pelo Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), Veja-seque no Amapá, o IDEB das séries iniciais de educação fundamental é de 3,1,e esse desempenho está abaixo da média nacional que é de 3,8. O grande problema é: como podemos melhorar esses índices com esses governos corruptos que têm se apropriado indevidamente da parca verba da Educação?
Medidas urgentes por parte do poder público são necessárias para sanar esse déficit educacional no Amapá e no Brasil, haja vista que a diferença entre as médias nacional e local não é tão significativa. Apesar da meta do Governo Federal que propõe que até 2022, ano do bicentenário da Independência, o Amapá alcance a média 5,3 e que a nacional chegue a 6,0, como nos países desenvolvidos, não se vê, no estado, nenhuma política para a área da educação, que possa garantir essa conquista.
Essas metas do Ideb são estabelecidas levando-se em consideração a realidade atual de cada localidade, contudo, partindo-se da melhor perspectiva de se investir verdadeiramente os percentuais destinados, por lei, para esse fim. Porém, a corrupção será levada em consideração? Certamente não.
Dizem que o ministro da Educação, Fernando Haddad, esteve no Amapá para garantir a adesão do estado e dos municípios ao plano de metas do “Compromisso Todos pela Educação”. E que esse compromisso estabelece 28 diretrizes a serem cumpridas pelos gestores da educação. Parece que se busca um comprometimento maior dos prefeitos e do governador com a educação e que o Amapá possa atingir as metas estabelecidas pelo Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE). Mas como esperar isso dos entes públicos que têm se apresentado nas eleições no Amapá?