Este é um espaço de autoria e interação entre educadores e cidadãos que buscam ações proativas e de responsabilidade social para se repensar a Educação Pública no Amapá e no Brasil, voltada às práticas significativas e aos valores cristãos.
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quinta-feira, 8 de setembro de 2011
terça-feira, 6 de setembro de 2011
MOMENTO DE REFLEXÃO : PROVÉRBIOS 1:22-33
Até quando, ó simples, amareis a simplicidade? E vós escarnecedores, desejareis o escárnio? E vós insensatos, odiareis o conhecimento?
Atentai para a minha repreensão; pois eis que vos derramarei abundantemente do meu espírito e vos farei saber as minhas palavras.
Entretanto, porque eu clamei e recusastes; e estendi a minha mão e não houve quem desse atenção,
Antes rejeitastes todo o meu conselho, e não quisestes a minha repreensão,
Também de minha parte eu me rirei na vossa perdição e zombarei, em vindo o vosso temor.
Vindo o vosso temor como a assolação, e vindo a vossa perdição como uma tormenta, sobrevirá a vós aperto e angústia.
Então clamarão a mim, mas eu não responderei; de madrugada me buscarão, porém não me acharão.
Porquanto odiaram o conhecimento; e não preferiram o temor do SENHOR:
Não aceitaram o meu conselho, e desprezaram toda a minha repreensão.
Portanto comerão do fruto do seu caminho, e fartar-se-ão dos seus próprios conselhos.
Porque o erro dos simples os matará, e o desvario dos insensatos os destruirá.
Mas o que me der ouvidos habitará em segurança, e estará livre do temor do mal.
DICA PRÁTICA DE SAQUINHO DE LIXO ECOLÓGIOCO
Em São Paulo, a partir de 2012 serão proibidas as sacolas plásticas. Em alguns outros estados, isso está se tornado uma prática, e logo o Brasil se adequará a essa necessidade para diminuir a produção de lixo, em defesa do meio ambiente, haja vista serem diariamente produzidas e distribuídas milhões de sacolas desse tipo em todo o território nacional e que demoram 300 anos para decomporem da natureza,trazendo inúmeros danos `a flora e à fauna, pois são fabricado do petróleo.
Então, aí vai uma dica legal de Juliana Valentini,, no grupo de discussão Futuro do Presente: sacolinhas de jornal para colocar na lata de lixo, feita a partir de dobraduras típicas de origami, elas ajudam na decomposição do lixo, que em contato direto com o ambiente.
Então, aí vai uma dica legal de Juliana Valentini,, no grupo de discussão Futuro do Presente: sacolinhas de jornal para colocar na lata de lixo, feita a partir de dobraduras típicas de origami, elas ajudam na decomposição do lixo, que em contato direto com o ambiente.
Dependendo da utilização que você for dar, use uma, duas ou até três folhas de jornal juntas, para que o saquinho fique mais resistente.
Como fazer:
1. Faça uma dobra para marcar, no sentido vertical, a metade da página da direita e dobre a beirada dessa página para dentro até a marca, e assim terá um quadrado.
2. Dobre a ponta inferior direita sobre a ponta superior esquerda, formando um triângulo.
3. Dobre a ponta inferior direita do triângulo até a lateral esquerda.
4. O verso ficará igual a figura 4.
5. Vire a dobradura e, novamente, dobre a ponta da direita até a lateral esquerda
6. Para fazer a boca do saquinho, pegue uma parte da ponta de cima do jornal e enfie para dentro da aba que você dobrou por último, fazendo-a desaparecer lá dentro.
7. Sobrará a ponta de cima que deve ser enfiada dentro da aba do outro lado, então vire a dobradura para o outro lado e repita a operação.
8. O jornal ficará igual o da figura 8.
9. Abrindo a parte de cima, eis o saquinho!
10. É só encaixar dentro do seu cesto e parar de usar plástico no lixo!
Fonte: Retirado do site GREENVANA, publicado em 21/05/2011
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Enquanto a violência rola...

Infelizmente, somente os professores e socioeducadores nas escolas não darão conta da "violência que rola" entre as crianças e adolescentes, mas com a família cumprindo o seu papel, ensinando o amor a Deus e ao próximo, ensinando o respeito às diferenças, a tolerância e o diálogo, como forma de resolver conflitos; se o Estado, também cumprir o seu papel, numa política econômica efetiva para o desenvolvimento humano real, e, com isso, proporcionar uma Educação Pública de qualidade, e de ação mais efetiva na sociedade, poderemos ter pessoas mais humanizadas, capazes de conviver. Assim, não teremos que nos deparar com os dados de recentes pesquisas realizadas, que apontam para um caminho triste: nos mostram que "evoluímos na economia e regredimos na educação".
A VIOLÊNCIA QUE ROLA
Cidadania em falta
Por Lucila Cano
Em média, a cada 20 minutos a Polícia Militar da cidade de São Paulo recebe um chamado para apartar uma briga de trânsito. São cerca de 70 ocorrências diárias e nem sempre elas têm final feliz.
A notícia é de julho passado e, embora o número de casos surpreenda, a violência no trânsito não é privilégio da capital paulista.
Em Botucatu, no interior de São Paulo, uma briga de dois jovens irmãos com outro motorista terminou em tragédia numa manhã do domingo, 14 de agosto. Um dos irmãos levou um tiro e, aos 28 anos, deixou órfão um bebê de apenas 18 dias.
Na sexta-feira, 26 de agosto, a insanidade ao volante atingiu grau máximo em uma rua de Campo Grande, Mato Grosso do Sul. Ao querer explicações do caminhoneiro que bateu em seu carro, um motorista recebeu como resposta três tiros. Uma das balas ficou alojada na testa e, segundo médicos, não deve ser retirada. Pelo resto de sua vida, esse homem carregará consigo a marca de uma agressão desmedida.
Neste País cada vez mais urbano - 84,35% da população vivem em área urbana, segundo o Censo 2010 -, o brasileiro vem se revelando campeão de incivilidade, em flagrante desrespeito a si próprio porque, a cada briga de trânsito, está colocando em risco a sua vida.
Educação e economia
Educação e economia deveriam caminhar juntas. Não é bem isso o que ocorre nesta que se convencionou rotular como terra de contrastes. Pesquisas recentes realizadas nas duas áreas nos dão mostras de que evoluímos na economia e regredimos na educação.
No Nordeste, a economia prospera. A região cresce o dobro da média das demais regiões do Brasil e as oportunidades de trabalho se multiplicam. A qualidade de vida melhora e, assim, o País vai resgatando um pouco da dignidade e do equilíbrio necessários para que todos se sintam parte integrante de uma grande nação, independentemente da região em que vivam.
Em matéria de educação, as diferenças persistem. Prova do Movimento Todos pela Educação com 6.000 alunos que concluíram o terceiro ano do ensino fundamental em todas as capitais brasileiras apurou o que a gente desconfiava, mas não queria confirmar. Quem estuda em escola particular tem melhor rendimento do que quem estuda em escola pública. Quem está no Norte e Nordeste tem pior desempenho do que quem está no Sul e Sudeste.
Com a economia apontando para um lado e a educação para outro, como será o futuro dessas crianças? Continuará havendo oportunidade de trabalho, como no estágio de muitas obras que ora vivemos? E o emprego intelectual, a quem caberá? Quantos encabeçarão a pesquisa científica, a modernização industrial, a inovação tecnológica, a preservação ambiental?
Cidadania na escola e em casa
Os desatinos das brigas do início deste texto ocorreram nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, que detêm melhor padrão de ensino. Pois é, civilidade e educação também transitam em vias opostas.
Além de aprender a ler, escrever, calcular e raciocinar, nossas crianças precisam, com urgência, aprender a entender e respeitar. E isso não se aprende só na escola.
Na verdade, todos sabem, mas não custa repetir, a formação do indivíduo com base nos valores da cidadania independe de posição econômica e social, ou nível de escolaridade. Ela se reafirma no dia a dia, através dos exemplos dados por aqueles nos quais as crianças se espelham: a família e os professores.
O currículo escolar já incorporou assuntos muito importantes para que nossas crianças se tornem adultos melhores, quer seja em disciplinas programadas, quer seja em semanas temáticas. Entre eles estão a educação ambiental, a diversidade cultural, a educação sexual, a saúde e a nutrição. A própria cidadania se faz presente nas aulas de educação para o trânsito. Mas ainda é pouco.
Neste início de setembro, esta coluna completa 10 anos. Aproveito para fazer um pedido a todos os que trabalham com a educação e a todos que convivem com crianças. Vamos redobrar nossos esforços para que as gerações futuras sejam mais íntegras, mais educadas, mais prósperas e menos violentas.
* Homenagem a Engel Paschoal (7/11/1945 a 31/3/2010), jornalista e escritor, criador desta coluna.
Lucila Cano
Colunista especialista em temas relacionados ao 3º setor;
assumiu a coluna em 9/4/2010
assumiu a coluna em 9/4/2010
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