SANDRA L. AMÓRAS COLLARES: POR UMA EDUCAÇÃO PÚBLICA CRISTÃ E DE QUALIDADE
Este é um espaço de autoria e interação entre educadores e cidadãos que buscam ações proativas e de responsabilidade social para se repensar a Educação Pública no Amapá e no Brasil, voltada às práticas significativas e aos valores cristãos.
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domingo, 22 de novembro de 2020
segunda-feira, 8 de julho de 2013
Pare e pense nisso:
A LEI DA ASSOCIAÇÃO: "Se você quiser ter uma vida rica e bem sucedida, deve frequentemente fazer a si mesmo estas perguntas: Com quem estou passando a maior parte do meu tempo? O que estas pessoas estão fazendo comigo? Para onde elas estão me levando? O que elas me fazem ler? O que elas me fazem pensar e falar? E o mais importante, no que elas estão me tornando? Em seguida, faça a si mesmo a grande questão: Será que está bem?!? "- Jim Rohn
A LEI DA ASSOCIAÇÃO: "Se você quiser ter uma vida rica e bem sucedida, deve frequentemente fazer a si mesmo estas perguntas: Com quem estou passando a maior parte do meu tempo? O que estas pessoas estão fazendo comigo? Para onde elas estão me levando? O que elas me fazem ler? O que elas me fazem pensar e falar? E o mais importante, no que elas estão me tornando? Em seguida, faça a si mesmo a grande questão: Será que está bem?!? "- Jim Rohn
CNI faz devassa nas contas da federação de indústrias do Amapá
Suspeitas de desvios de dinheiro e nomeação de parentes da presidente pesam sobre federação controlada por sindicatos fantasmas – e ligados ao PDT
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) contratou a PwC, uma empresa de auditores independentes, para realizar uma devassa nas contas e procedimentos da Federação das Indústrias do Estado do Amapá. A federação, que controla o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e o Serviço Social da Indústria no estado, recebe repasses de cerca de R$ 20 milhões por ano das entidades nacionais. A auditoria começou há cerca de um mês, após a direção da CNI ter recebido informações de que sindicatos fantasmas passaram a controlar a federação, desviando dinheiro do caixa da entidade.
Os problemas coincidiram com a posse, em janeiro deste ano, da nova presidente da federação: Joziane Rocha, que pertence ao principal clã político do estado e, não por acaso, está à frente do Sindicato de Joalheiros e Ourivesaria do Amapá, justamente um dos suspeitos de ser fantasma. Joziane era pouco conhecida no estado até adicionar o sobrenome Rocha, há quatro anos. Tendo como um dos padrinhos o senador José Sarney, do PMDB do Amapá, Joziane casou-se com Rosemiro Rocha, um dos mais notórios representantes do clã Rocha de políticos amapaenses. O expoente máximo do clã é primo de Rosemiro: o deputado federal Sebastião Bala Rocha, do PDT. A partir de 2009, Joziane passou a frequentar as melhores festas de Macapá e a aparecer ao lado de figuras importantes da política do estado, como Bala Rocha – que leva “Bala” no nome por ter sido, segundo ele mesmo, ligeiro nos gramados de futebol quando criança -, o governador Camilo Capiberibe, do PSB, e o senador Randolfe Alves, do PSOL. “Não lembro dela (Joziane) antes de ter se casado com o Rosemiro”, afirmou o senador Randolfe Alves.
Sob a influência dos primos Rocha, Joziane assumiu a presidência do Sindicato de Joalheiros e Ourivesaria do Amapá em 2009, mesmo ano do enlace com Rosemiro. O sindicato de Joziane não tinha empresas filiadas por um motivo simples: só havia ourives artesanais e informais no Amapá. Nada de indústria. Ainda assim, com a ascendência de Bala Rocha no Ministério do Trabalho, administrado pelo PDT, o sindicato conseguiu um registro que reconheceu sua existência. O mesmo fenômeno ocorreu com outros seis sindicatos (mármores, reparação naval, pesca, papel e celulose, extração de óleos vegetais e material plástico). “Eu lembro dele (Bala Rocha) no ministério para conversar sobre esses sindicatos”, disse o ex-ministro do Trabalho Carlos Lupi, que aprovou os registros. Cinco dos sete sindicatos, incluindo o de Joziane, têm o mesmo endereço como sede em Macapá. Meses antes dos registros, chegaram ao ministério denúncias sobre a condição fantasmagórica dos sete sindicatos. De nada adiantou. O Ministério do Trabalho deu vida aos fantasmas.
Começava ali a saga dos sindicatos fantasmas para controlar a federação das indústrias, que, além de um orçamento milionário, emprega cerca de 500 pessoas, número superlativo para uma economia tão incipiente quanto a do Amapá. Com a papelada do Ministério do Trabalho em mãos, os sete sindicatos obtiveram na Justiça do Trabalho o direito de ingressar na federação, mesmo sem comprovar a existência de uma única empresa filiada.
A chegada dos sete sindicatos fantasmas à federação, que contava apenas com 13, mudou o panorama. O ex-presidente da instituição Hidelgard Gurgel – pertencente a um outro clã de políticos do Amapá, naturalmente – foi afastado do cargo pela turma de Joziane. Logo depois, a mesma turma sacou R$ 150 mil, em dinheiro vivo, de uma conta da federação no Banco do Brasil, em Macapá. A operação foi ilegal – apenas o coordenador regional do SENAI tinha autorização para movimentar essa conta. Inconformado com o saque, esse funcionário prestou queixa à Polícia Federal, que abriu uma investigação sobre o assunto.
Desde que assumiu a federação, ninguém teve notícias de medidas sugeridas por Joziane capazes de transformar o Amapá numa potência industrial. Joziane, porém, tratou logo de garantir o bem estar de sua família. O marido é coordenador político da federação e tem salário de aproximadamente R$ 20 mil. O pai, a mãe, a irmã, o irmão e a cunhada de Joziane também estão na folha de pagamento, igualmente com bons salários. Ligeiríssimo, o deputado Bala Rocha também empregou os seus. A irmã e um primo garantiram cargos ligados à federação.
Bala Rocha está irrequieto. Sabe que a situação dos sete sindicatos fantasmas é provisória. Existe um processo no Tribunal Superior do Trabalho (TST) que trata da questão da legitimidade de tais sindicatos. Nos últimos meses, Bala Rocha buscou sustentação política para Joziane em Brasília. Um dos alvos de Bala Rocha foi o presidente da CNI, Robson Andrade. “O Robson me disse que o Bala esteve lá (na CNI) para pedir pela permanência de Joziane na federação”, disse à ÉPOCA Hidelgard Gurgel, o político que perdeu o cargo para Joziane. Bala Rocha não quis falar a ÉPOCA. Por meio de sua assessoria de imprensa, Bala Rocha afirmou não ter feito lobby para os sete sindicatos no Ministério do Trabalho e disse que os sindicatos não são fantasmas.
Por meio da assessoria de imprensa da CNI, Robson Andrade confirmou a visita de Bala Rocha ao seu gabinete, mas disse que não conversaram sobre questões da federação. Robson Andrade disse, ainda, que não pode interferir em assuntos das federações estaduais, que tem, segundo ele, autonomia. No entanto, após ser procurada por ÉPOCA, a CNI contratou a PwC para fazer auditoria nas seções do SESI e do SENAI no Amapá, controladas por Joziane. Os trabalhos deverão ser concluídos até o fim deste mês e levados às reuniões dos conselhos nacionais das duas entidades em Brasília. ÉPOCA apurou, no entanto, que a auditoria encontrou irregularidades de vários tipos, especialmente na contratação de fornecedores. A reportagem enviou 15 perguntas à Federação do Amapá, sem obter respostas. Encontrar Joziane Rocha é tão difícil quanto achar vestígios das indústrias filiadas à federação que ela preside.
Fonte: Revista Época
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
MANÁ DA SEGUNDA
1 de outubro
de 2012
Quinze anos servindo as comunidades empresarial e profissional
Grandes Líderes Comunicam Grande Visão
Por
Rick Boxx
Quando minha filha Megan disse que queria ser terapeuta ocupacional, não compreendi sua vocação ou o que tal trabalho envolvia. Isso foi antes de visitar o programa para formação de terapeutas ocupacionais do Centro Médico da Universidade do Kansas.
A diretora do programa, após cumprimentar os pais e potenciais alunos, informou-nos que o trabalho do terapeuta ocupacional é “descobrir os sonhos do paciente e ajudá-lo a vencer os desafios para realizar esses sonhos”.
Não havia como não ficar maravilhado com a poderosa imagem do impacto que um terapeuta ocupacional exerce. A diretora mostrou ser uma líder sábia. Ela poderia ter descrito as obrigações diárias e detalhar as atividades do terapeuta ocupacional. Ao invés disso ela inspirou os alunos com uma visão desafiadora, conquistando o apoio de pais entusiasmados com o papel significativo que seus filhos poderiam desempenhar na vida das pessoas.
Encontramos exemplos bíblicos desse princípio de inspirar seguidores com uma grande visão de futuro quando Deus disse a Moisés: “Portanto, dê ordens a Josué, fortaleça-o e encoraje-o; porque será ele que atravessará à frente deste povo, e lhes repartirá por herança a terra que você apenas verá”(Deuteronômio 3.28). Deus não estava apenas atribuindo uma tarefa a Josué: Ele estava comunicando-lhe uma visão para liderar os israelitas.
Um líder sábio inspira outros com uma visão maior e mais importante do que as responsabilidades específicas que envolvem suas tarefas. É a história do pedreiro que assentava um grande bloco de granito, trabalhando com uma grande equipe de construtores na Europa. Quando alguém que passava lhe perguntou o que estava fazendo, ele respondeu: “Estou construindo uma catedral!” Esse pedreiro tinha visão!
O desafio para nós, lideres, é comunicar essa visão, capacitando pessoas a verem seu trabalho como maior do que elas próprias. Isso começa por nós: não podemos dar o que não possuímos. Assim, nós mesmos precisamos ter uma visão maior antes de passá-la para outros. Por isso fiquei tão impressionado com o que faz um terapeuta ocupacional.
Profissionalmente gastamos tanto tempo focados no tema central nos esforçando para obter lucros, que deixamos escapar a visão maior. Em sua empresa, família, você conhece a visão que move as pessoas? Mas qual é sua visão? Como sua vida pode fazer diferença positiva e significativa na vida das pessoas que toca? Eis aqui dois exemplos bíblicos:
Deixe claro o objetivo. Quando Jesus inicialmente abordou Seus futuros discípulos, precisava convencê-los a deixar seu costumeiro trabalho como pescadores. Ele simplesmente lhes descreveu o seu novo trabalho: “Sigam-Me, e Eu os farei pescadores de homens” (Mateus 4.19).
Informe como vidas podem ser transformadas. Perto do final de Seu ministério terreno Jesus Cristo deixou claro aos Seus seguidores o que esperava que fizessem: “Vão e façam discípulos de todas as nações... ensinando-os a obedecer a tudo o que Eu lhes ordenei...” (Mateus 28.19-20).
Próxima semana tem mais!
Rick Boxx é presidente e fundador da "Integrity Resource Center", escritor internacionalmente reconhecido, conferencista, consultor empresarial, CPA, ex-executivo bancário e empresário. Adaptado, sob permissão, de "Momentos de Integridade com Rick Boxx", um comentário semanal acerca de integridade no mundo dos negócios, a partir da perspectiva cristã. Tradução de Mércia Padovani. Revisão e adaptação de J. Sergio Fortes (fortes@cbmc.org.com)
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
MANÁ DA SEGUNDA
10 de dezembro
de 2012
Quinze anos servindo as comunidades empresarial e profissional
Seja Um Hereford
Por
Um velho vaqueiro passou anos trabalhando em fazendas de gado, onde tempestades de inverno cobravam tributo pesado do rebanho, devido às gélidas chuvas e ventos ferozes que faziam a neve se acumular em enormes montes. As temperaturas geralmente desciam abaixo de zero. A maioria dos animais voltava as costas para as lufadas de gelo e lentamente caminhava a favor do vento, até que a cerca os detivesse e ali acabava morrendo.
Mas a raça hereford agia de modo diferente. Animais desta raça instintivamente voltavam-se contra o vento, posicionando-se lado a lado, enfrentando as rajadas da tempestade, cabeças abaixadas contra a violência do ataque. O resultado era a sobrevivência do rebanho. Que lição valiosa a ser aprendida:"Enfrente as tempestades da vida de frente" !
É preciso entender os ventos da adversidade. Lembro-me de tempos extremamente difíceis quando me sentia tentado a “jogar a toalha”, enfiar a cabeça na areia ou esperar soar o gongo e encerrar o combate. Meu bom amigo e escritor Jerry Bridges apresentou algumas boas respostas para mim em seu livro,“Trusting God Even When Life Hurts” (Confiando em Deus Mesmo Quando a Vida o Fere”, especialmente no capítulo, “Growing Through Adversity” (Crescendo na Adversidade). Também memorizei o Salmo 46.1 e encontrei socorro nas horas de crise: “Deus é o nosso refúgio e a nossa fortaleza, auxílio sempre presente na adversidade”.
O escritor e orador Napoleon Hill declarou: “Cada adversidade, cada fracasso, cada sofrimento carrega em si a semente de um benefício igual ou maior”.Que semente é essa da qual ele fala? Na Bíblia encontramos vários exemplos:
- Abraão, no livro de Gênesis, passou muitos anos aprendendo como obedecer, a quem obedecer e quando obedecer. Ao longo do processo ele encontrou desvios, disputas e decepções, mas Deus recompensou sua fé e obediência, mesmo em face da adversidade e incerteza.
- Jó, no livro que leva seu nome, viveu anos de prosperidade, felicidade e sucesso. Depois, o teto desabou sobre sua vida, as paredes ruíram e ele se tornou um total fracasso. Perdeu família, fortuna, fama e saúde. Compreensivelmente ele lamentou: “Deus me esmaga com uma tempestade e sem motivo aumenta as minhas feridas”(Jó 9.17). Foi então que ele descobriu a importância de esperar, semanas ou meses. Aprendeu o valor da paciência na adversidade. Jó declarou: “Mesmo que Ele me mate, Nele confiarei”. Quando a promessa parecia falhar, descobriu que sempre se pode confiar Naquele que faz a promessa.
- José, também em Gênesis, viveu em uma montanha-russa 24 horas por dia durante anos. Em instantes passou de favorito do pai para o fundo do poço; de posição de destaque para prisão; da cela para o palácio; da penúria para o posto de primeiro-ministro. E foi capaz de declarar aos irmãos traidores:“Vocês planejaram o mal contra mim, mas Deus o tornou em bem” (Gênesis 50.20).
A Bíblia ensina o que poderíamos chamar de “lei do aumento”. “Ouçam com atenção: a menos que um grão de trigo seja enterrado no solo e morra para o mundo, nunca será nada mais do que um grão de trigo. Mas se é enterrado, ele germina e se reproduz muitas vezes” (João 12.24). Às vezes, aparência de morte é simplesmente prenúncio de vida!
Quando a adversidade surgir – e ela surgirá – lembre-se e firme-se nesta verdade: “Deus é o nosso refúgio e a nossa fortaleza, auxílio sempre presente na adversidade” (Salmo 46.1).
Próxima semana tem mais!
Texto da autoria de Robert D. Foster, fundador do "Lost Valley Ranch" (Rancho do Vale Perdido), perto de Colorado Springs, Colorado, USA. Ele é empresário e autor de meditações semanais sobre negócios há mais de 50 anos, morando na Califórnia. Tradução de Mércia Padovani. Revisão e adaptação de J. Sergio Fortes (fortes@cbmc.org.com)
MANÁ DA SEGUNDA® é uma refelxão semanal do CBMC - Conecting Business and Marketplace to Christ, organização mundial, sem fins lucrativos e vínculo religioso, fundada em 1930, com o propósito de compartilhar o Evangelho de Jesus Cristo com a comunidade profissional e empresarial. © 2008 - DIREITOS RESERVADOS PARA CBMC BRASIL - E-mail: liong@cbmc.org.br -Desejável distribuição gratuita na íntegra. Reprodução requer prévia autorização. Disponível também em alemão, espanhol, francês, inglês, italiano e japonês.
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sábado, 30 de junho de 2012
domingo, 3 de junho de 2012
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